American Heart Association — Atualização 2025
SUPORTE BÁSICO
DE VIDA — SBV
Reconhecimento e atendimento da parada cardiorrespiratória segundo as Diretrizes AHA 2025 para CPR and Emergency Cardiovascular Care (ECC).
"Na parada cardiorrespiratória, cada segundo importa. Reconhecimento precoce, RCP de alta qualidade e desfibrilação rápida são pilares fundamentais para aumentar a chance de sobrevivência."

Equipe de reanimação em ação
Reconhecimento precoce e RCP de alta qualidade salvam vidas.
O que é Parada Cardiorrespiratória?
A parada cardiorrespiratória (PCR) corresponde à interrupção da circulação sanguínea efetiva decorrente da cessação da atividade mecânica cardíaca capaz de produzir perfusão.
Consequentemente, ocorre interrupção da oferta adequada de oxigênio aos tecidos, especialmente cérebro e coração.
Hipóxia
É a redução da disponibilidade de oxigênio nos tecidos. Diferencie:
- Hipoxemia = redução do oxigênio no sangue arterial
- Hipóxia = redução da disponibilidade/utilização de oxigênio pelos tecidos
Cascata fisiopatológica
Como Reconhecer uma PCR no Adulto?
Para profissional da saúde
- 1Segurança da cena.
- 2Verificar responsividade.
- 3Pedir ajuda / acionar sistema de emergência e solicitar DEA / desfibrilador.
- 4Avaliar simultaneamente respiração e pulso.
- 5A avaliação não deve ultrapassar 10 segundos.
- 6Se o paciente estiver irresponsivo, sem respiração normal ou apresentando apenas gasping / respiração agônica e não houver pulso definitivamente palpável, considerar PCR.
- 7Iniciar imediatamente RCP começando pelas compressões.
RESPIRAÇÃO AGÔNICA NÃO É RESPIRAÇÃO NORMAL
Gasping pode apresentar inspirações lentas, irregulares e ineficazes e não deve atrasar o reconhecimento da PCR.
Para socorristas leigos
Não perder tempo tentando palpar pulso. Em adulto inconsciente/irresponsivo, sem respiração normal ou apenas com gasping, presumir PCR e iniciar as medidas recomendadas.
Pulso central no adulto

Preferencialmente carotídeo. A verificação do pulso não deve ultrapassar 10 segundos. Se não houver certeza da presença de pulso, iniciar compressões.
Tempo máximo de avaliação
10 segundos
Se não tiver certeza, inicie as compressões.
O que acontece com o organismo durante a PCR?
Esquema fisiopatológico
Coração deixa de produzir débito cardíaco efetivo
Perfusão cerebral cai abruptamente
Perda de consciência / responsividade
Redução drástica da oferta de O₂
Metabolismo anaeróbio
Acidose + disfunção celular
Lesão cerebral e miocárdica progressiva
Ausência de movimento ou perda do tônus podem ocorrer após a perda de consciência, mas não devem ser utilizados isoladamente como critérios diagnósticos de PCR.
Elementos fundamentais para reconhecimento
- Irresponsividade
- Ausência de respiração normal / gasping
- Ausência de pulso definitivamente palpável (profissional de saúde)
Por que a rapidez importa: a cada minuto sem RCP e desfibrilação, a chance de sobrevivência cai em aproximadamente 7–10%.
Causas da PCR
A PCR é o evento final de diferentes condições. Reconhecer a causa subjacente é fundamental no contexto do Suporte Avançado de Vida (SAV).
No SAV, lembrar das causas reversíveis
Tradicionalmente organizadas como 5 H e 5 T. Não aprofundaremos excessivamente aqui, pois o foco principal desta página é o Suporte Básico de Vida (SBV).
5 H
Hipóxia, Hipovolemia, Hidrogênio (acidose), Hipoglicemia, Hipotermia
5 T
Trauma, Tensão (pneumotórax), Tamponamento, Trombose coronariana, Trombose pulmonar
SBV × SAV
SBV
Suporte Básico de Vida
- Reconhecimento precoce
- Acionamento do sistema de emergência
- Compressões torácicas
- Ventilação
- Utilização precoce do DEA
- RCP de alta qualidade
SAV
Suporte Avançado de Vida
- RCP de alta qualidade
- Monitorização do ritmo
- Desfibrilação
- Acesso IV / IO
- Medicamentos
- Manejo avançado da via aérea
- Identificação e tratamento das causas reversíveis
Sequência Prática — PCR no Adulto
SEGURANÇA
Certifique-se de que o ambiente é seguro para paciente e socorrista.
RESPONSIVIDADE
Verifique se o paciente responde.
CHAME AJUDA
Acione o sistema de emergência e solicite DEA/desfibrilador. No Brasil, em ambiente pré-hospitalar, pode-se acionar SAMU 192.
RESPIRAÇÃO + PULSO
Profissional da saúde avalia respiração e pulso simultaneamente por no máximo 10 segundos.
PCR?
Irresponsivo + ausência de respiração normal/gasping + ausência de pulso definitivamente palpável.
INICIAR RCP
Começar pelas compressões. 30 compressões : 2 ventilações.
DEA / DESFIBRILADOR
Conectar e utilizar assim que estiver disponível. Não estabelecer espera fixa de 3–5 minutos antes da desfibrilação.
ANALISAR RITMO
Se chocável: choque → imediatamente reiniciar RCP por ~2 min → nova análise. Se não chocável: reiniciar imediatamente RCP por ~2 min → nova análise. Minimizar interrupções.
RCP de Alta Qualidade — Adulto
Compressões torácicas são o componente mais importante da RCP.
Compressões torácicas
Local
Centro do tórax, sobre a metade inferior do esterno.
Posição
Calcanhar de uma mão sobre o esterno, outra mão sobre a primeira. Braços estendidos, cotovelos travados, ombros alinhados sobre as mãos. Força aplicada verticalmente.
Frequência
100–120 compressões/min
Profundidade
Pelo menos 5 cm
Evitar profundidade excessiva acima de 6 cm.
Reexpansão
Permitir retorno completo do tórax após cada compressão.
Relação C:V
30 : 2
Sem via aérea avançada
Troca do compressor
~2 minutos
Preferencialmente durante interrupção já necessária

Posição correta das mãos
Força vertical, braços estendidos, cotovelos travados
Pontos de atenção
- Minimizar interrupções das compressões
- Não apoiar o peso sobre o tórax entre as compressões
- Evitar ventilação excessiva
Ventilação
Dispositivos
Pode ser realizada utilizando:
Parâmetros durante RCP sem via aérea avançada
Relação
30 : 2
Duração
~1 segundo
cada ventilação
Elevação visível do tórax
Utilizar volume suficiente para produzir elevação visível do tórax. Evitar hiperventilação.

Ventilação com BVM
Volume suficiente para elevação visível do tórax
Atenção
A hiperventilação é prejudicial. Ventilações excessivas aumentam a pressão intratorácica, reduzem o retorno venoso e diminuem a eficácia das compressões.
Técnica C–E na Bolsa-Válvula-Máscara
Posicionamento das mãos
Técnica "C"
Polegar + indicador pressionam e estabilizam a máscara, formando um "C" sobre a face.
Técnica "E"
Os demais dedos elevam a mandíbula, formando um "E". Essa manobra abre a via aérea.
Objetivo
A técnica busca simultaneamente vedar a máscara e manter a via aérea aberta.
Técnica com 2 profissionais
Quando possível, um profissional mantém vedação/abertura da via aérea e outro comprime a bolsa. Essa abordagem tende a melhorar a ventilação.

Técnica C–E ilustrada
Vedação da máscara + elevação da mandíbula simultâneas
DEA e Desfibrilação
DESFIBRILAÇÃO PRECOCE SALVA VIDAS
A desfibrilação consiste na aplicação terapêutica de corrente elétrica ao coração com o objetivo de interromper determinadas arritmias potencialmente fatais e permitir que um ritmo cardíaco organizado possa ser restabelecido.
O choque produz despolarização de uma massa crítica do miocárdio, interrompendo a atividade elétrica desorganizada responsável por determinados ritmos chocáveis.
Sequência de uso do DEA
Ligar o DEA
Colocar as pás adesivas no paciente
Permitir a análise do ritmo
Afastar-se da vítima durante análise/choque
Choque se indicado
Imediatamente retomar compressões
Regra de ouro
O DEA deve ser utilizado assim que estiver disponível. Não atrasar desfibrilação para completar arbitrariamente vários ciclos de RCP quando o DEA já estiver pronto.

Colocação das pás do DEA
Afastar-se durante análise e choque
Importante
Não estabelecer espera fixa de 3–5 minutos antes da desfibrilação. Se o DEA está disponível, use-o.
Ritmos Chocáveis e Não Chocáveis
CHOCÁVEIS
Fibrilação Ventricular — FV
Atividade elétrica ventricular caótica e desorganizada, sem contração ventricular efetiva.
Taquicardia Ventricular sem Pulso — TVSP / pVT
Ritmo ventricular rápido no qual não existe pulso/perfusão efetiva.
FV + TV sem pulso = DESFIBRILAÇÃO
NÃO CHOCÁVEIS
Assistolia
Ausência de atividade elétrica ventricular detectável.
Atividade Elétrica sem Pulso — AESP
Existe atividade elétrica organizada no monitor, porém não há pulso/perfusão mecânica efetiva.
Assistolia + AESP = NÃO DESFIBRILAR
Nos ritmos não chocáveis: manter RCP de alta qualidade e, no contexto do SAV, identificar e tratar causas reversíveis.
Classificação para SBV
Recém-nascido
Primeiros 28 dias de vida
A reanimação no momento do nascimento segue algoritmo neonatal específico AHA/AAP e não deve ser simplesmente tratada como RCP pediátrica convencional.
Lactente
Menor de ~1 ano
Excluindo o recém-nascido no contexto da transição ao nascimento.
Criança
~1 ano até a puberdade
Aproximadamente 1 ano até a puberdade.
Adolescente
Sinais de puberdade presentes
Na presença de sinais de puberdade, seguir o algoritmo de SBV do adulto. Não utilizar uma idade fixa como único critério.
Por que a PCR pediátrica é diferente?
ADULTO
Frequentemente causa cardíaca primária. A PCR geralmente ocorre de forma súbita em indivíduos com doença cardiovascular subjacente.
PEDIATRIA
Frequentemente deterioração respiratória ou circulatória → hipóxia → bradicardia → PCR.
Insuficiência respiratória e choque são causas importantes da deterioração pediátrica. Por isso:
VENTILAÇÃO + OXIGENAÇÃO
possuem importância especialmente grande na RCP pediátrica
Reconhecimento da PCR em Crianças e Lactentes
Para profissionais da saúde
Se o paciente apresentar irresponsividade, ausência de respiração normal ou gasping e ausência de sinais de vida, avaliar pulso por no máximo 10 segundos.
Se não houver pulso definitivamente palpável: INICIAR RCP
Pulso utilizado
Lactente
Braquial ou femoral
Criança
Carotídeo ou femoral
Para socorristas leigos
Não exigir palpação do pulso para iniciar RCP em criança/lactente sem sinais de vida.

Pulso pediátrico
Lactente: braquial/femoral | Criança: carotídeo/femoral
Bradicardia Pediátrica <60/min
NÃO escrever simplesmente: "FC <60 = PCR"
Isso está incorreto e pode levar a erros graves.
Profissional da saúde
Em lactentes e crianças: se houver frequência cardíaca <60/min associada a sinais de má perfusão, apesar de oxigenação e ventilação adequadas, iniciar RCP.
<60/min isoladamente não significa automaticamente PCR.
Exemplos de sinais de má perfusão
Compressões — Lactente
Frequência
100–120/min
Profundidade
~4 cm
Pelo menos 1/3 do diâmetro AP
Local: esterno, na região apropriada do tórax, evitando o processo xifoide.
Técnica AHA 2025
Utilizar:
- Técnica com o calcanhar de 1 mão
- Técnica dos 2 polegares com as mãos envolvendo o tórax
Não ensinar a antiga técnica de compressão com 2 dedos, pois ela foi retirada das recomendações AHA 2025 para compressões torácicas em lactentes.

Técnica dos 2 polegares envolvendo o tórax
Método preferido AHA 2025 para lactentes
Compressões — Criança
Frequência
100–120
compressões/min
Profundidade
~5 cm
Pelo menos 1/3 do diâmetro AP
Técnica
1 ou 2 mãos
Dependendo do tamanho
Garantir sempre:
Relação Compressão : Ventilação Pediátrica
1 SOCORRISTA
Lactente ou criança:
30 : 2
2 SOCORRISTAS
Lactente ou criança:
15 : 2
Sem via aérea avançada. 100–120 compressões/min.
Via Aérea Avançada — Pediatria
Quando houver via aérea avançada durante a RCP:
Realizar compressões contínuas
Não interromper compressões para cada ventilação
Fornecer aproximadamente 20–30 ventilações/min
Correspondendo a cerca de 1 ventilação a cada 2–3 segundos
DEA em Crianças e Lactentes
O DEA deve ser conectado assim que estiver disponível.
Crianças e lactentes menores de 8 anos
Preferir: DEA com atenuador pediátrico + pás pediátricas, quando disponíveis.
Se não houver equipamento com atenuação pediátrica: um DEA convencional pode ser considerado, pois não se deve deixar de tratar um ritmo chocável apenas pela ausência do atenuador pediátrico.
Posicionamento das pás
As pás não devem se tocar. Posições possíveis:
Anterolateral
Peito e lado do tórax
Anteroposterior
Frente e costas
PCR Pediátrica Testemunhada × Não Testemunhada
A sequência de ativação do sistema de emergência pode variar conforme o contexto.
Colapso súbito testemunhado
Especialmente quando há suspeita de causa cardíaca:
Colapso não testemunhado / provável causa asfixica
Quando o profissional está sozinho e precisa deixar a vítima para buscar ajuda:
Alternativas
- • Telefone celular disponível: acionar no viva-voz e iniciar RCP sem abandonar a vítima
- • Outro socorrista presente: um inicia RCP enquanto o outro aciona emergência
Reanimação Neonatal — AHA/AAP 2025
NÃO CONFUNDIR COM LACTENTE
No recém-nascido ao nascimento, o problema predominante geralmente está relacionado à dificuldade de estabelecer ventilação pulmonar adequada.
VENTILAÇÃO EFETIVA
É A INTERVENÇÃO CENTRAL DA REANIMAÇÃO NEONATAL
Não aplicar automaticamente o algoritmo 30:2 utilizado em outras faixas etárias.
Compressões no Recém-nascido
Quando iniciar
Se a frequência cardíaca permanecer <60/min apesar de aproximadamente 30 segundos de ventilação efetiva que produza movimento torácico, iniciar compressões torácicas.
Relação
3 : 1
Em 1 minuto
~90 comp + 30 vent = 120 eventos/min
1–2–3–VENTILA | 1–2–3–VENTILA
Técnica preferida
2 polegares com as mãos envolvendo o tórax.
Profundidade
Aproximadamente 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax.
Local
Terço inferior do esterno, acima do processo xifoide.

Técnica no recém-nascido
2 polegares envolvendo o tórax | Terço inferior do esterno
Comparação Final
| Característica | Adulto | Criança | Lactente | RN ao nascimento |
|---|---|---|---|---|
| Frequência compressões | 100–120/min | 100–120/min | 100–120/min | 90 comp/min sincronizadas |
| Profundidade | 5–6 cm | ≈5 cm / 1/3 AP | ≈4 cm / 1/3 AP | 1/3 AP |
| 1 socorrista | 30:2 | 30:2 | 30:2 | 3:1 |
| 2 socorristas | 30:2 | 15:2 | 15:2 | 3:1 |
| Técnica | 2 mãos | 1 ou 2 mãos | 1 mão ou 2 polegares | 2 polegares envolvendo tórax |
| DEA | Assim que disponível | Assim que disponível | Assim que disponível | Não integra o algoritmo neonatal da mesma forma |
| Principal mecanismo típico | Frequentemente cardíaco | Frequentemente respiratório/choque | Frequentemente respiratório/choque | Falha da transição/ventilação |
RN ao nascimento segue protocolo específico de reanimação neonatal AHA/AAP.
Números que Você Precisa Decorar
ADULTO
- ❤️100–120/min
- 📏5–6 cm
- 🫁30:2
- ⏱️Pulso ≤10 s
CRIANÇA
- ❤️100–120/min
- 📏≈5 cm / 1/3 AP
- 🫁30:2 — 1 socorrista
- 🫁15:2 — 2 socorristas
LACTENTE
- ❤️100–120/min
- 📏≈4 cm / 1/3 AP
- 🫁30:2 — 1 socorrista
- 🫁15:2 — 2 socorristas
RN AO NASCIMENTO
- ❤️FC <60 após ventilação efetiva → compressões
- 🫁3:1
- 📏1/3 AP
- 🔄90 comp + 30 vent/min
Erros que Não Podem Acontecer
❌ PROIBIDO
- Demorar mais de 10 segundos procurando pulso.
- Interpretar gasping como respiração normal.
- Esperar vários minutos para utilizar um DEA que já está disponível.
- Fazer compressões muito lentas ou excessivamente rápidas.
- Apoiar o peso sobre o tórax entre as compressões.
- Interromper compressões desnecessariamente.
- Hiperventilar.
- Desfibrilar assistolia.
- Desfibrilar AESP.
- Considerar automaticamente FC <60/min como PCR pediátrica sem avaliar perfusão e resposta às intervenções respiratórias.
- Utilizar 2 dedos como técnica padrão de compressão do lactente segundo AHA 2025.
- Aplicar automaticamente 30:2 ao recém-nascido durante reanimação neonatal ao nascimento.
✓ CORRETO
- Reconhecer rapidamente.
- Chamar ajuda.
- Começar compressões de alta qualidade.
- Garantir ventilação adequada.
- Utilizar DEA precocemente.
- Retomar compressões imediatamente após choque.
Fluxograma Final
"Vi uma pessoa caída. O que faço?"
LOCAL SEGURO?
Certifique-se de que o ambiente é seguro.
RESPONDE?
Verifique se a pessoa responde a estímulos.
NÃO
A pessoa não responde.
CHAMAR AJUDA + DEA
Acione SAMU 192 e solicite um DEA.
RESPIRA NORMALMENTE?
Observe a respiração por até 10 segundos.
NÃO / SOMENTE GASPING
Respiração agônica não é respiração normal.
PROFISSIONAL: verificar pulso ≤10 s
Palpar pulso carotídeo (adulto) ou braquial/femoral (pediátrico).
SEM PULSO DEFINITIVO
Iniciar RCP imediatamente.
RCP — 30:2 no adulto
30 compressões : 2 ventilações. 100–120/min. Pelo menos 5 cm.
DEA ASSIM QUE DISPONÍVEL
Conectar, analisar, choque se indicado.
RITMO CHOCÁVEL?
CHOQUE → RCP IMEDIATA
RCP IMEDIATA
Reavaliar conforme algoritmo até ROSC ou chegada de suporte avançado.
Referências e Diretrizes
American Heart Association. 2025 American Heart Association Guidelines for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation. 2025.
American Heart Association; American Academy of Pediatrics. 2025 Guidelines — Pediatric Basic Life Support.
American Heart Association; American Academy of Pediatrics. 2025 Guidelines — Neonatal Resuscitation.
Este material é exclusivamente educacional e não substitui treinamento formal em Suporte Básico de Vida (SBV) credenciado.